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Comunicacións |
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Tecnoloxías da comunicación e da información |
Mesa 5.2: Tecnoloxías 2: O oficio xornalístico ante as TICS
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| Oliveira Barbosa, Suzana- |
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As bases de dados no curso da convergência jornalística: uma análise preliminar a partir do modelo JDBD
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No cenário contemporâneo de uma sociedade informacional, computadorizada, marcada pela alta convergência entre a informática, as telecomunicações e a microeletrônica, da qual resultaram as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs: computadores, Internet, World Wide Web, telefones celulares, smartphones, entre outros dispositivos), várias sub convergências se delineiam, nos mais diversos campos. Compreendendo a convergência jornalística como uma das sub convergências ora em desenvolvimento, e cujo conceito alude a um processo de integração de meios de comunicação tradicionalmente separados e que afeta a empresas, tecnologias, profissionais - e aos usuários - em todos os níveis de produção, distribuição e consumo de conteúdos de qualquer tipo (SALAVERRÍA, AVILÉS, MASIP, 2007), nosso objetivo nesta comunicação é apresentar uma análise preliminar sobre o papel da tecnologia das bases de dados (BDs) no decurso da convergência jornalística. Como uma das soluções mais amplamente empregadas para o armazenamento, documentação, recuperação, organização e estruturação das informações jornalísticas, assim como para a gestão dos produtos noticiosos em si, às bases de dados pode ser atribuída função de relevância no processo de convergência jornalística. Tal tecnologia desempenha papel chave na integração das rotinas produtivas dos meios, bem como nas etapas de edição e apresentação dos conteúdos, distribuição, circulação e consumo, permitindo, ainda, a automatização dos processos e maior agilidade. Além disso, as bases de dados são soluções essenciais para a gestão do conhecimento nas redações cada vez mais integradas e operando segundo a lógica de um jornalismo convergente, no qual o produto digital – os chamados cibermeios – são uma espécie de catalisadores da convergência. A flexibilidade das bases de dados é, certamente, um dos seus principais atributos. No jornalismo, elas começaram a ser utilizadas na década de 70 e, mais de três décadas depois, seguem num movimento crescente de adoção por parte das empresas informativas por apresentarem vantagens para a gestão dos meios, especificamente no contexto da convergência jornalística. A análise que realizamos tem como parâmetro a tese doutoral (UFBA, 2007), na qual estudamos o emprego das bases de dados no jornalismo digital e identificamos um conjunto de 18 funcionalidades e 7 categorias, que conformam o que denominamos como Modelo Jornalismo Digital em Base de Dados (JDBD). Como continuidade da investigação doutoral, estamos, nesse momento, desenvolvendo estudo de pós-doutorado junto ao grupo Novos Medios, da Universidade de Santiago de Compostela, no qual a análise do papel das bases de dados no processo da convergência jornalística é um dos objetivos específicos. A pesquisa maneja com referências teórico-conceituais multidisciplinares – jornalismo, novas mídias, teoria difusionista ciências da computação – e tem como modelo conceitual e operativo o método do estudo de caso, com observação sistemática dos cibermeios (de informação geral e local, do Brasil e da Espanha) e com observação não participante para a etapa do trabalho de campo nas redações, entrevistas semi-estruturadas e não estruturadas, combinado com outras estratégias, como o método histórico, a análise de conteúdo e as categorias de análise definidas no Modelo JDBD. Estamos trabalhando, desta maneira, com a triangulação, já que elegemos metodologias e técnicas distintas para a pesquisa.
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